terça-feira, 19 de março de 2013

ENTENDENDO OS CUSTOS



GASTO

Sacrifício financeiro com que a entidade arca para obtenção de um produto ou serviço qualquer. Sacrifício este representado por entrega ou promessa de entrega de ativos (normalmente dinheiro). É o ato primeiro, antevêem a despesa, ao custo, a imobilização etc.
Esse conceito é amplo e se aplica a todas as variações monetárias (saídas) ocorridas na entidade, sendo aplicável também a aquisições a prazo. Assim, temos gasto com a compra de matéria-prima, gastos com mão-de-obra, tanto na produção como na distribuição, gastos com honorários da diretoria, gastos na compra de um bem imobilizado etc.
Só existe o gasto no ato da passagem para a propriedade da empresa do bem ou serviço.
Ele efetiva-se no momento em que existe o reconhecimento contábil da dívida assumida ou da redução do ativo dado em pagamento (redução do saldo do caixa, do banco etc.).

Gasto é o compromisso financeiro assumido por uma empresa na aquisição de bens e serviços, o que sempre resultará em uma variação patrimonial seja ela qualitativa no início e/ou quantitativa em seguida.

O gasto, por sua natureza, pode ser definido como gasto de investimento, quando o bem ou o serviço for utilizado em vários processos produtivos (imobilizado, estoques etc.), e como gasto de consumo, quando o bem ou serviço forem consumidos no momento mesmo da produção ou do serviço que a empresa realiza. Dependendo da destinação do gasto de consumo, ele poderá converter-se em custo ou despesa. O mesmo acontece com o gasto de investimento: à medida que o investimento for sendo consumido ele poderá transformar-se em custo ou despesa, dependendo do objeto onde estará sendo aplicado.

EXEMPLO:

Gasto com a aquisição de uma máquina para a produção, primeiramente ela será ativada, sendo que gradativamente sofrerá redução em seu valor (desgaste, obsolescência), fenômeno que é dado o nome de depreciação, tornando-se neste momento um custo de produção.

DIFERENCIAÇÃO ENTRE GASTO E CUSTO:

EXEMPLO:

A empresa YUTA comprou 1.000 unidades de matéria-prima, mas utilizou apenas 800 unidades no processo de transformação em determinado período, sendo a diferença ativada a título de estoque de matéria-prima. Portanto, o gasto foi relativo à 1.000 unidades e o custo foi de 800 unidades.

CUSTOS E DESPESAS

A diferenciação entre custos e despesas é importante para a contabilidade financeira, pois os custos são incorporados aos produtos (estoques), ao passo que as despesas são levadas diretamente ao resultado do exercício. Entretanto, no enfoque gerencial essa diferenciação não muito relevante. Os contadores de custos devem dispensar a mesma atenção aos custo e as despesas. Se a eficiência é importante no setor de produção, ela deve ser considerada da mesma forma na área administrativa.

Porém é importante conhecermos alguns conceitos descritos por autores que testudas a contabilidade de custos:

a) Custo é um gasto relativo ao bem ou serviço utilizado na produção de outros bens ou serviços. São insumos de bens de capitais ou serviços efetuados para execução de determinados objetos;
b) Custos são insumos de capitais, bens ou serviços, efetuados para consecução de determinados objetivos. Estes insumos assumem, primeiramente, uma expressão física e se traduzem, posteriormente, pela expressão monetária dos mesmos. Assim, melhor definindo, "custo de um bem ou serviço, é a expressão monetária dos insumos físicos realizados na obtenção daquele bem ou serviço, considerando-se o total retorno dos capitais empregados, em termos de reposição."
c) Custo é o consumo de um fator de produção, medido em termos monetários para a obtenção de um produto, de um serviço ou de uma atividade que poderá ou não gerar renda.
d) O custo é também um gasto, só que reconhecido como tal, isto é, como custo, no momento da utilização dos fatores de produção (bens e serviços), para a fabricação de um produto ou execução de um serviço.

EXEMPLOS:

a) a matéria-prima foi um gasto na sua aquisição que imediatamente se tornou investimento, e assim, ficou durante o tempo de sua estocagem, sem que aparecesse nenhum custo associado a ela, no momento de sua utilização na fabricação de um bem, surge o custo da matéria-prima como parte integrante do
bem elaborado. Este, por sua vez, é de novo um investimento, já que fica ativado até sua venda;
 b) A energia elétrica utilizada na fabricação de um bem qualquer é gasto (na hora de seu consumo) que passa imediatamente para custo, sem transitar pela fase de investimento;
c) A máquina provocou um gasto na sua entrada, tornando investimento e parceladamente transformado em custo (depreciação), a medida que é utilizada no processo de produção de utilidades.

CONCEITO DE DESPESA:

a) bem ou serviços consumidos diretamente para a obtenção de receitas, ou ainda, o gasto aplicado na realização de uma atividade que vai gerar renda efetivamente ou que poderá gerar uma renda teórica.
As despesas são itens que reduzem o Patrimônio e que têm essa característica de representar sacrifícios no processo de obtenção de receitas. Ou, as empresas têm despesas para gerar receitas e não para produzir seus bens e serviços, neste caso custos.
A comissão do vendedor, por exemplo, é um gasto que se torna imediatamente uma despesa. O equipamento usado na fábrica, que fora gasto transformado em investimentos e posteriormente considerado parcialmente como custo torna-se, na venda do produto feito, uma despesa. A máquina de escrever da secretária do diretor financeiro, que fora transformada em investimento, tem uma parcela reconhecida como despesa (depreciação), sem transitar pelo custo.
Logo, todas as despesas são ou foram gastos, porém, alguns gastos muitas vezes não se transformam em despesas.
Por exemplo: terrenos, que não são depreciados, ou só se transforma quando de sua venda.
Segundo a resolução 750/93 do CFC, que trata dos Princípios Fundamentais de Contabilidade, as despesas consideram-se incorridas:

a) quando deixar de existir o correspondente valor ativo, por transferência de sua propriedade para terceiros;
b) pela diminuição ou extinção do valor econômico de um ativo;
c) pelo surgimento de um passivo sem correspondente ativo.

Na teoria parece fácil conceituar a variável custos. Porém a grande questão é, onde terminam os custos de produção? E qual a diferença entre custos e despesas?
Para diferenciar custos de despesas é importante compreender que primeiramente a entidade realiza o gasto (aumento de obrigações e/ou diminuição do ativo), este gasto pode ser um investimento (aquisição de bens imobilizados, compra de matéria-prima etc.) ou ser um consumo direto (Ex.: pagamento de energia elétrica). Quanto ao investimento este se transformará em despesa em decorrência de sua utilização (depreciação, custo do produto fabricado etc.), após passa a ser classificado como um custo e quando levado para a apuração do resultado (segundo os PFC – a despesa existe em função da receita), transforma-se numa despesa. Já o gasto consumido imediatamente, classifica-se inicialmente como despesa, sendo que estas despesas podem ser relacionadas diretamente com o resultado do exercício, se não participarem do ciclo produtivo. Porém, se identificadas com atividade de produção serão consideradas custo e posteriormente despesas, na fase de apuração do resultado.

Então: primeiro tem-se o gasto, posteriormente a despesa que pode ser classificada diretamente do resultado do exercício ou como um custo que transformar-se-á em despesas quando da apuração - de acordo com os PFC.

Além disto, muitos autores consideram, por exemplo, gastos com distribuição como despesas, porém o entendimento pode ser diferente uma vez que os gasto com distribuição são identificáveis com um objeto de custeio (distribuição), portanto podem ser considerados Custos de Distribuição. O mesmo argumento pode ser utilizados para gastos com comercialização, propaganda etc.

INVESTIMENTO

Como visto, investimento é um gasto ativado em função de sua vida útil ou de benefícios atribuíveis a futuro período.
Todos os sacrifícios havidos pela aquisição de bens ou serviços (gastos) que são estocados no ativo da empresa para baixa ou amortização quando de sua venda, de seu consumo, de seu desaparecimento ou de sua desvalorização são especialmente chamados de investimentos.
Podem ser de diversas naturezas e de períodos de ativação variados: a matéria prima é um gasto contabilizado temporariamente como investimento circulante, a máquina é um gasto que se transforma num investimento permanente, as ações adquiridas de outras empresas são gastos classificados como investimentos circulantes ou permanentes, dependendo da intenção que levou a sociedade à aquisição.

DESEMBOLSO

Pagamento resultante da aquisição do bem ou serviço. Pode ocorrer antes, durante ou após a entrada da utilidade comprada, portanto defasada ou não do gasto.

PERDA

É importante diferenciar perdas normais e anormais.
Todo processo produtivo pode gerar restos decorrentes da atividade desenvolvida (previsionais), estes são considerados normais à atividade, portanto devem englobar o custo do produto fabricado.
Já as perdas anormais como provenientes de erros de produção, incêndios, obsolescência, erros humanos etc., são consideradas perdas do período, sendo contabilizadas como tal, incidindo diretamente no resultado do exercício, não sendo ativadas (não compõem os custos dos produtos, simplesmente reduzem o resultado do período).
Ou seja, perda é bem ou serviço consumido de forma anormal e involuntária. Não se confunde com a despesa (muito menos com o custo), exatamente pela sua característica de anormalidade, não é um sacrifício feito com intenção de obtenção de receita.

EXEMPLOS:

O gasto de mão-de-obra durante um período de greve, por exemplo, é uma perda, não um custo de produção. O material deteriorado por um defeito anormal e raro de um equipamento provoca uma perda e não um custo, alias, não haveria mesmo lógica em apropriar-se como custos essas anormalidades e, portanto, acabar por ativar um valor dessa natureza.

RECEITA

É a entrada de elementos para o ativo sob forma de dinheiro ou de direitos a receber, correspondente normalmente à venda de bens ou serviços.
A receita, pelo Princípio da Competência, é considerada realizada no momento em que há a venda de bens e direitos da entidade, com a transferência da sua propriedade para terceiros, efetuando estes o pagamento em dinheiro ou assumindo compromisso firme
de fazê-lo no prazo certo.
Nas entidades em que a produção demanda largo espaço de tempo, deve ocorrer o reconhecimento gradativo da receita, proporcionalmente ao avanço da obra.

EXEMPLO:

Um estaleiro que produz navios, pode levar vários anos até terminar a obra, sendo que neste caso a receita deve ser lançada na medida em que as etapas vão sendo cumpridas.

SEGUNDO OS PFC, AS RECEITAS CONSIDERAM-SE REALIZADAS:

a) nas transações com terceiros, quando estes efetuarem o pagamento ou assumirem compromisso firme de efetuá-lo, quer pela investidura na propriedade de bens anteriormente pertencentes à entidade, quer pela fruição de serviços por estas prestados;
b) quando da extinção, parcial ou total, de um passivo, qualquer que seja o motivo, sem o desaparecimento concomitante de um ativo de valor igual ou maior;
c) pela geração natural de novos ativos, independentemente da intervenção de terceiros;
d) no recebimento efetivo de doações e subvenções.
Como é possível perceber existem várias formas originárias de receitas, e consequentemente, apresentam-se classificações distintas, ou seja, têm-se receitas classificadas como operacionais (decorrentes da atividade da entidade) e receitas não operacionais (consideradas eventuais). Servindo a mesma observação para as despesas.

GANHO

É resultado líquido favorável resultante de transações ou eventos não relacionados as operações normais da entidade.

LUCRO/PREJUÍZO

Diferença positiva e/ou negativa entre receita e despesa/custo, ganhos e perdas.

CUSTEIO

É o método para apropriação dos custos, diretos e indiretos, aos produtos.

CUSTEAR

“Significa coletar, acumular, organizar, analisar, interpretar e informar custos e dados de custos, com o objetivo de auxiliar a gerência da empresa”.

OBSERVAÇÃO:

Custos e despesas não são sinônimos, têm sentido próprios, assim como investimentos, gastos, perdas e outros. Assim a utilização de uma terminologia homogênea simplifica o entendimento e a comunicação.

OBJETIVOS DA CONTABILIDADE DE CUSTOS

A Contabilidade de custos foi inicialmente desenvolvida para fornecer dados de custos apropriados às demonstrações contábeis segundo os Princípios Fundamentais de Contabilidade, porém teve uma importante evolução nas últimas décadas, tornando-se
um instrumento da Contabilidade Gerencial.

Em termos amplos é possível relatar o objetivo da Contabilidade de Custo como:

A apreensão, classificação, registro, análise e interpretação dos valores físicos e monetários das variações patrimoniais – ocorridas, projetadas ou simuladas – pertencentes ao ciclo operacional da entidade, com vistas à tomada de decisões de cunho administrativo, nos seus diversos níveis de comando.







ESPECIFICAMENTE A CONTABILIDADE DE CUSTOS OBJETIVA A (O):

a) avaliação de estoques;
b) atendimento das exigências ficais;
c) determinação do resultado;
d) planejamento;
e) formação do preço de venda;
f) controle gerencial;
g) avaliação de desempenho;
h) controle operacional;
i) análise de alternativas;
j) estabelecimento de parâmetros;
k) obtenção de dados para orçamentos;
l) tomada de decisão.

LEGISLAÇÃO BRASILEIRA.

Sendo um dos objetivos da Contabilidade de Custos a avaliação do estoque é importante observar-se o que traz a legislação brasileira (lei nº 6.404/76) a respeito de tal tópico:

“Os direitos que tiverem por objeto mercadorias e produtos de comércio da companhia, assim como matérias-primas, produtos em fabricação e bens em almoxarifado, serão avaliados pelo custo de aquisição ou produção; deduzido de provisão para ajustá-lo ao valor de mercado, quando este for inferior”.

Assim, a base elementar da contabilização dos estoques é o custo (de aquisição e de produção).
Seguindo o que propõe a legislação, o custo é a base, mas quando houver a perda de utilidade ou a redução no preço de venda ou de reposição de um item que reduza o seu valor recuperável, ou seja, de mercado, a um nível abaixo do custo, deve-se então assumir com base final de avaliação tal preço de mercado inferior ao custo (custo ou mercado, dos dois o menor), mediante uma previsão (previsão para desvalorização de estoques), mantendo-se os controles de estoques ao valor original de custo.

FINALIDADES DA CONTABILIDADE DE CUSTOS

A Contabilidade de Custos tem vários objetivos básicos, como visto no tópico anterior.
Por sua vez, a aplicação do pensamento sistêmico explora e procura demonstrar a ligação entre os objetivos ideais e os reais de uma organização, podendo em alguns casos tais objetivos serem determinados por ações e não o contrário, como imagina-se ser ideal.
Assim, é possível interpretar que muitos objetivos são estabelecidos de acordo com a finalidade a que se propõem a entidade ou seja, quais as necessidades que este sistema tenderá a anular, podendo serem elas genericamente de três ordens:

Finalidade Contábil – o sistema de custos tem sua estrutura formulada para encontrar o custo do estoque a ser contabilizado e como consequência o CMV ou CPV ou CSP, determinantes na apuração do rédito. Para atender esta finalidade é importante frisar que todos os procedimentos devem ser efetivados segundo os Princípios Fundamentais de Contabilidade (tema que será abordado detalhadamente no capítulo sétimo).

Finalidade Administrativa – o sistema de custos que procura atender a finalidade administrativa tem com intuito principal estabelecer maneiras de controle, utilizando na grande maioria dos casos o sistema de custo padrão, podendo o administrador gerenciar seu sistema operativo.

Finalidade Gerencial – o sistema tem como base o cálculo do custo atual, do custo futuro, do custo de reposição, entre outros, buscando subsídios para gerenciar seu sistema produtivo, na visão de curto e longo prazo, estabelecendo metas, preços de venda e estratégias.

OS OBJETIVOS PRINCIPAIS DO SISTEMA DE CUSTO GERENCIAL SÃO:

- suprir a administração de informação para a tomada de decisão.
- servir como ponto de orientação quanto a medidas de correção.
- acompanhar distorções de valores, níveis de eficiência de produção e qualidade dos padrões estabelecidos.
- Identificar, entre outros aspectos, contribuição por produto, linhas deficitárias...


segunda-feira, 18 de março de 2013

CONTABILIDADE INDUSTRIAL.





A CONTABILIDADE GERAL E A CONTABILIDADE DE CUSTOS

Uma das principais missões da contabilidade é proporcionar informações adequadas e sistemáticas dos fenômenos patrimoniais (fatos contábeis) ocorridos nas células sociais, conhecidas como empresas ou entidades.
Entre as muitas especializações da contabilidade é possível classificá-la em contabilidade geral (financeira ou fiscal) e contabilidade gerencial (inclusa nesta a contabilidade de custos).
Disto, que aborda a idéia discutida, no sentido de apresentar a entidade um sistema contábil capaz de cumprir as exigências legais (Contabilidade Geral/Financeira) e ainda anular as necessidades informativas dos usuários (internos e externo), gerando informações de ordem gerencial ou gestorial.

CAIXA DE ENTRADA (dados)
 ü sistema de faturamento;
 ü sistema de contas a receber;
 ü sistema de contas a pagar;
 ü sistema de pessoal;
 ü sistema de controle de estoques;
 ü sistema de acionistas;
 ü sistema de contas bancárias;
 ü sistema orçamentário;
 ü sistema patrimonial;
 ü sistema de compras;
 ü sistema de Contabilidade;
 ü sistema de desconto bancários;
 ü sistema de custos;
 ü sistema de emissão de livros obrigatórios;
 ü sistema de controle de créditos e débitos; outros.
 ü Relatórios contábeis.





A contabilidade geral engloba todos os fatos ocorridos na entidade e prepara informações tanto para o âmbito interno (administradores, diretores, gerentes etc.) quanto externo à entidade (acionistas, governos, fornecedores etc.).
Preocupa-se com o acompanhamento de todas as transações de captação de recursos financeiros e sua materialização em fatores produtivos de uma parte e, por outra parte, das transações envolvendo a comercialização dos produtos e serviços e a posterior cobrança dos mesmos. Trata ainda do cálculo do resultado, entendido este no sentido de excedente havido após a remuneração a tipo de fornecedores, sejam de trabalho ou de capital, bem como da elaboração de demonstrações contábeis.
Deve seguir os Princípios Fundamentais de Contabilidade, e também atender as exigências fiscais e societárias. Neste aspecto, cita-se a legislação do imposto de renda das pessoas jurídicas (decreto-lei nº 1.598/77), a qual obriga a empresa a manter um sistema de custos integrado e coordenado com o restante da escrituração. Se isto não ocorrer, o fisco poderá arbitrar o valor dos estoques para efeito do cálculo do imposto de renda e da contribuição social, desconsiderando a escrituração contábil.
Porém, nem todos os métodos de custos são aceitos pela legislação brasileira. Ela requer a utilização do chamado custeio por absorção, o qual atende aos PFC. Este sistema tem como filosofia a premissa de que todos os custos (fixos e variáveis – diretos e indiretos) são computados ao custo dos produtos, portanto ativados.
Assim, para atender à legislação comercial, a empresa deve adotar tal sistema ou, se adotar algum outro, deverá, por ocasião do encerramento do exercício, fazer os ajustes necessários de seus estoques e do custo dos produtos de acordo com os procedimentos
do custeio por absorção.
A contabilidade de custos centra sua atenção no estudo da composição e no cálculo dos custos, também observa o resultado dos centros ou dos agentes do processo produtivos. A contabilidade de custos tem como característica ser de caráter interno.
Contabilidade De Custos Sintética visa o registro e apuração, numa seção da contabilidade geral, das operações propriamente industriais ou de prestação de serviços. Tais registros sintetizam, resumem e consolidam os resultados dos cálculos detalhados de custos efetuados na contabilidade de custos analítica, na forma de alocação de custos setoriais, apropriação de custos a produtos e serviços e apuração do custo unitário dos produtos elaborados, semi-elaborados e em elaboração, através do uso de mapas, fichas e planilhas. Um bom exemplo é o livro de Hilário Franco, "contabilidade industrial", que ilustra os lançamentos contábeis necessários para o acompanhamento, na forma de partidas dobradas, desde a aquisição dos fatores de produção à evidenciação do custo dos produtos fabricados e vendidos, passando pela valoração dos estoques de insumos, materiais e produtos.

A contabilidade de custos analítica visa o detalhamento da informação e respeito do movimento interno de valores, efetuado para a transformação dos fatores em produtos, não só com fins contábeis, inventariais e de apuração do resultado geral, mas igualmente com fins gerenciais e administrativos, de planejamento, orçamentação, controle e avaliação de desempenho, de produtos, setores e operações - detalhamento este realizado em Mapas, fichas e planilhas.
A contabilidade de custos analítica pode ser desdobrada numa contabilidade setorial e numa contabilidade dos produtos.
A contabilidade setorial de custos visa o acompanhamento, a alocação e a determinação dos custos operacionais setoriais, totais e unitários. O mapa de localização de custos (MLC) é uma das possibilidades de realização de uma contabilidade setorial de custos ou, simplesmente, de setorização de custos.
A contabilidade de custos dos produtos visa a apropriação dos custos de transformação aos produtos elaborados, semi-elaborados e em elaboração, bem como a apuração do custo total e unitário dos produtos e serviços - para fins gerenciais e administrativos, podem abranger ainda os custos de distribuição, armazenagem, vendas e administração, incluídos aí os custos financeiros e tributários. A ordem de produção ou de serviço, o boletim de Apropriação de custos (BAC) e o mapa de apropriação de custos (MAC) são instrumentos-exemplos de uma contabilidade de custos dos produtos.

HISTÓRIA DA CONTABILIDADE DE CUSTOS
A Contabilidade de Custos nasceu da Contabilidade financeira, quando da necessidade de avaliar estoques na indústria, mais especificamente com o início da Revolução industrial. Anteriormente a esse período, os produtos era fabricados por artesãos que, via de regra, não constituíam pessoas jurídicas e pouco preocupavam-se com o cálculo de custos.
A contabilidade nessa época, tinha sua aplicação maior no segmento comercial, sendo utilizada para apuração do resultado do exercício. Porém, com o incremento da indústria surge a necessidade de cálculo de custos para formação de estoques.
Os comerciantes para apurar o resultado do exercício somavam as receitas e subtraíam delas o custo da mercadoria vendida, gerando o lucro bruto. Do lucro bruto eram deduzidas as demais despesas e, assim, encontravam o lucro ou prejuízo do período (esse sistema de apuração ainda hoje é utilizado pela contabilidade).

Exemplo:
Vendas
(-) custo das mercadorias vendidas
(=) lucro bruto
(-) despesas administrativas
(-) despesas comerciais
(-) despesas financeiras             
(=) lucro/prejuízo

Na atividade comercial o custo da mercadoria vendida era fácil de ser identificado, uma vez que sua composição resulta do valor pago pela mercadoria, mais tributos não compensáveis, mais fretes pagos e seguros.
No caso de haver variação de estoques, aplica-se a fórmula envolvendo, estoque inicial, compras e estoque final para se encontrar o CMV.

CMV = Ei + Comp – Ef

No segmento industrial, a mesma sistemática de cálculo de custo dos produtos não poderia ser utilizada, uma vez que o fabricante compra materiais e os transforma, paga mão-de-obra para elaborá-los e ainda consumo uma infinidade de outros custos (energia, água etc.), para enfim gerar o bem para venda.
Nessa situação, na qual vários insumos são consumidos para elaboração de um novo produto, não é tão simples o cálculo de custos a ser implementado. Essa dificuldade ou necessidade fez surgir a contabilidade de custos, inicialmente com a finalidade de mensurar os estoques produzidos e determinar o resultado do exercício.
A partir da revolução industrial a contabilidade de custos muito evoluiu, passando a gerar informações, não só para controle, mas também para o planejamento e tomada de decisão.
A contabilidade de custos aparece pela primeira vez com técnica independente e sistemática, nos Estados Unidos, envolvendo a produção industrial, sobretudo estudando os problemas de mão-de-obra e repercussões no custo industrial.
Mais tarde, passou a preocupar-se, de modo menos empírico com os custos de material consumido (direto) nas operações, buscando a visão global do processo produtivo, instante em que são discutidos os maiores entraves da Contabilidade de Custos, os chamados Custos Indiretos de Fabricação (CIF). Também denominados de despesas indiretas de fabricação, para outros despesas gerais, custos indiretos e ou ainda de overhead.
Os CIF vem historicamente sendo os grandes vilões da Contabilidade de Custos, por serem de difícil alocação.
Hoje, dentro da Contabilidade de Custos, existem critérios e técnicas que solucionam de modo bastante adequado os problemas relacionados a esse aspecto.
O sistema de custos busca identificar os gastos com a produção (Custos totais), para que com base nestes dados possam ser realizadas classificações, análises, avaliações, controles e planejamentos, consequentemente, transforma-se num importante instrumento de gestão, como fonte primária e básica para a tomada de decisão.
É importante ressaltar que a Contabilidade de Custos não se aplica somente às indústrias, sendo que é possível calcular custos comerciais, de serviços, agrícolas etc.
Porém a ênfase maior é dada à atividade industrial, uma vez que é neste segmento seu maior campo de atuação (motivo esse que leva muitos a denominarem, erroneamente, a contabilidade de custos como sinônimo de contabilidade industrial).

domingo, 17 de março de 2013

FERROVIAS



A história da ferrovia iniciou-se por volta de 1550 nas minas da Alsácia, na Bélgica, onde podia-se encontrar:
-      Vagão de minério;
-      Rodas flangeadas de madeira.
Stephenson, um engenheiro inglês, foi quem criou a locomotion no ano de 1825. nessa época foi fundada a locomotiva a vapor e a primeira estrada de ferro.
No ano de 1832, na Filadélfia, foi inaugurada a fábrica de locomotiva Baldwin Locomotive Work, que mais tarde se tornou a mais importante do mundo.
Em 1837, foi inaugurada a primeira ferrovia da América Latina, que ligava La Habana a Guines, em Cuba.
Em 1851, foi inaugurada a primeira ferrovia da América do Sul, no Peru, que ligava Lima a Calero.
Em 1828, o governo imperial autorizou por Carta Lei, a construção e exploração de estradas de ferro em geral.
A primeira ferrovia brasileira só foi inaugurada em 30 de abril de 1854, por Visconde de Mauá, cujo nome foi Estrada de Ferro Mauá.

DESSA FORMA, COMEÇARAM A SURGIR NOVAS COMPANHIAS FERROVIÁRIAS COMO:
-      Estrada de Ferro Central do Brasil (1858);
-      Estrada de Ferro São Francisco (1860).
Em 1957, após a construção da rede Ferroviária Federal, várias outras ferrovias passaram a integrar-se a elas:
-      Estrada de Ferro Madeira-Mamoré;
-      Estrada de Ferro Central do Brasil;
-      Estrada de Ferro Dona Tereza Cristina.

O Modal ferroviário foi direcionado ao transporte de cargas de baixo valor para fluxos concentrados e para grandes distâncias.

De acordo com o palestrante, o sistema ferroviário brasileiro foi composto de quatro redes ferroviárias:
-      REFSA: Rede Ferroviária Federal
-      EFVM: Estrada de Ferro Vitória Minas
-      EFC: Estrada de Ferro Carajás
-      FEPASA: Ferrovia Paulista S.A.

Três diferentes óticas podem analisar a evolução do desempenho das ferrovias privatizadas:
-      A dos usuários;
-      A da prestadora de serviços;
-      A do governo.

Foram apontadas estatísticas nas quais verificou-se um aumento proveniente da velocidade comercial média entre os sistemas ferroviários existentes.
Estas estatísticas são usadas a fim de analisar o sistema ferroviário e seu surgimento, bem como sua importância para o setor férreo do Brasil.

OBSERVA-SE:
-      Reduzida extensão da malha;
-      Altos custos operacionais;
-      Inserção geográfica, muitas vezes conflitante com as linhas de desejo do cliente;
-      Ausência de investimentos governamentais.

Em relação à velocidade Média comercial (Km/h), foi somente nos anos de 1998 e 2000, que verificou-se um aumento da velocidade comercial média de 12,03 km/h para 12,67 2 km/h.
De acordo com o palestrante, houve um crescimento de 5,31% que indica uma pequena redução na média do lead time de transporte ferroviário.
Para que se aumente a participação da ferrovia no transporte de cargas no Brasil, é preciso que:
-      Se invista em novas tecnologias;
-      Sistemas eficientes de controle;
-      Modernas locomotivas;

Com tudo isso, percebe-se que houve um avanço no desempenho do setor ferroviário  pós-privatização.
A trajetória do crescimento das ferrovias, bem como seu surgimento, marcou profundamente a Logística do Sistema Modal Ferroviário existente no Brasil.
Pode-se perceber que o uso das ferrovias possibilitou o crescimento econômico de várias empresas decorrente da velocidade da trajetória em que era disponibilizado os materiais utilizados por elas.
Com o passar dos anos, novas tecnologias foram surgindo possibilitando um avanço geral no desempenho do setor ferroviário pós-privatização.

sábado, 16 de março de 2013

RELAÇÕES PUBLICAS




RELAÇÕES PÚBLICAS NAS EMPRESAS MODERNAS

O termo relações públicas surge através da idéia de uma interação social entre comunidade e sociedade que privilegia a opinião pública e os vários tipos de relacionamentos existentes entre eles.
 O termo relações públicas decorre de muitos anos atrás, sendo que nos dias de hoje, houve várias alterações em sua terminologia.
Percebe-se que atualmente, é cada vez maior a procura por serviços especializados de comunicação, tanto em empresas de pequeno e médio porte. Isso é decorrente da necessidade de se produzir uma imagem que possa fazer com que a empresa entre no mercado competitivo que se encontra em expansão diária.
Qualquer empresa procura desenvolver e aperfeiçoar sempre os laços de credibilidade que as une com seus clientes em potencial.
Hoje, os meios de comunicação em massa contribuem para que cresça o índice de competitividade no setor empresarial, o que pode ser de certa forma, algo prejudicial para uma empresa.
De acordo com o decreto-lei 63.283, a profissão de relações públicas só foi oficialmente reconhecida no dia 26 de setembro de 1968.

DENTRE AS VÁRIAS ATIVIDADES DESEMPENHADAS PELO PROFISSIONAL DE RELAÇÕES PUBLICAS, PODE-SE DESTACAR:
-      Orientação de dirigentes de instituições públicas ou privadas;
-      Promoção da interação entre instituição e comunidade;
-      Informação e orientação da opinião pública;
-      Busca de soluções de problemas institucionais que podem influenciar a opinião pública; 
-      Planejamento e execução de campanhas;
-         Consultoria externa de campanha de opinião pública e de relações públicas com dirigentes de instituições e, ao ensino da disciplina e técnicas de relações públicas.

AS RELAÇÕES PÚBLICAS QUE ERAM USADAS NA ANTIGUIDADE DESTACA:
-      São Paulo, como sendo o grande percussor do Cristianismo;
-      Maquiavel, por utilizar técnicas de persuasão política;
-      Imperador Júlio César, que editou jornais murais denominado – Acta Diurna, visando a  promoção do seu trabalho.

JÁ NA ATUALIDADE, AS RELAÇÕES PÚBLICAS MAIS RECENTES, DIZEM RESPEITO À:
-      Ivy Lee, que em meado do ano de 1900, atuou na empresa Rockfeller, onde deu inicio às campanhas sociais;
-      A empresa inglesa Light do Brasil, cujo ramo diz respeito à energia elétrica na cidade  de São Paulo e que utilizou as relações públicas para informar sobre suas atividades  internas e, por fim, um noticiário de rádio, denominado Repórter Esso, que passava a  imagem de benfeitoria da Esso.

O EXERCÍCIO DAS RELAÇÕES PÚBLICAS UTILIZA UM AMPLO CONJUNTO DE FERRAMENTAS E TÉCNICAS, SENDO ELAS:
-      Difusão da informação através dos meios de comunicação;
-      Persuasão;
-      Relacionamento;
-      Sensibilização através dos instrumentos de comunicação social e humano;
-      Atuação através da busca de informações com base nos resultados obtidos;
-      Uso de instrumentos que promovam as ações culturais educativas e sociais;
-      Programas comunitários e Realização de diversos eventos.



SÃO QUATRO AS FASES QUE DIFERENCIAM E DIVIDEM AS RELAÇÕES PUBLICAS, SEGUNDO O PALESTRANDO:
-      Entre 1800-1920:  é a fase em que o “Público que vá para o inferno”;
-      Entre 1920 – 1940: é a fase em que o publico que se dane;
-      Entre  1940 – 1990: é a fase em que o público deve ser informado;
-      De 1990 até a atualidade: é a fase em que o público é o rei, façamos sua vontade.

NO ORGANOGRAMA FUNCIONAL QUE FOI APRESENTADO DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL, OBSERVOU-SE QUE ELA POSSUI TRÊS UNIDADES:
-      Assessoria de Imprensa;
-      Publicidade e propaganda;
-      Relações Públicas.

AS RELAÇÕES PUBLICAS SE SUBDIVIDEM EM:
-      Público externo: cuja função é de planejamento e execução de malas diretas institucionais, programas comunitários, entre outros;
-      Público interno: cuja função é de criação e implantação de programas de integração, apresentação da empresa/assessorado, reuniões, entre outros.
-      Eventos: cuja função é de planejamento e organização de simpósios, cursos, seminários entre outras solenidades.

Percebe-se que a preocupação em cuidar da imagem institucional das empresas é realizado pelos profissionais de Relações Públicas.
A comunicação é imprescindível e a solução para muitos problemas institucionais que podem surgir em empresas.
Para que uma empresa possa se ver livre de problemas do dia-a-dia, é preciso que ela tenha uma identidade forte, permitindo que sua imagem seja de respeito, solidez e segurança para aqueles empresários e futuros clientes que priorizam a comunicação como forma de crescimento institucional.
Assim, o mercado profissional se encontra em grande crescimento, pois a necessidade de pessoas que atuem na área de relações públicas é cada vez maior.

sexta-feira, 15 de março de 2013

LOGÍSTICA E ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAL





CONCEITO
O surgimento de  um novo mercado nas economias ocidentais, que se caracteriza por clientes e consumidores sofisticados.
As empresas ocidentais vem passando por várias mudanças, mas a mais significativa diz respeito ao amadurecimento dos mercados em que competem, uma vez que a satisfação dos clientes é mais importante do que os produtos oferecidos. Dessa forma, o cliente passa a ser mais exigente e o marketing enganoso passa a ter menos força no mercado competitivo.
A palavra logística é de origem francesa, que era um termo militar cujo significado era a arte de transportar, abastecer e alojar as tropas militares.
A logística possui variadas denominações, tanto no que diz respeito à esfera acadêmica, quanto na de negócios:
-      Distribuição física;
-      Administração de materiais;
-      Distribuição;
-      Logística;
-      Sistema de resposta rápida;
-      Logística de distribuição, entre outros.

Segundo o Council of Logistics Management, logística nada mais é do que a parte do processo da cadeira de suprimentos, que planeja, implanta e controla o fluxo de produtos e serviços visando atender as necessidades do consumidor.
Já a logística empresarial sob a visão de Ronald H. Ballou, trata das atividades de movimentação e armazenagem que objetivam o melhor fluxo de produtos, sob um custo razoável para os clientes.
A logística atravessou as guerras, como a II Grande Guerra Mundial, onde também se refinou. 
A logística militar pode demonstrar como as atividades de distribuição podem se integrar a um único sistema.
O grande avanço tecnológico proveniente do final da década de 70 e principio da década de 80, levaram  as empresas a investirem e se interessarem cada vez mais na logística.
Um modelo básico da cadeia logística, pode ser assim demonstrado:
FORNECEDOR®   FABRICANTE®   DISTRIBUIDOR®   LOJAS.
Quando o produto e serviços são colocados no mercado por um menor custo, é sinal de que a logística atuou de forma efetiva, pois sua importância no setor econômico é muito significativa.
O papel da logística favorece o esforço do marketing empresarial, criando um diferencial e proporcionando ao cliente o produto certo, no momento certo.
As atividades que compõem o fluxo de um produto desde sua origem até o seu consumo podem ser assim definidas:
-      Serviço ao cliente: visa o recebimento do produto pelo cliente em ótimas condições e custo acessível.
-      Processamento de pedidos: visa uma maior rapidez no processamento dos pedidos de uma empresa para a satisfação do cliente.
-      Comunicações de distribuição: visa uma comunicação eficiente como sendo o alicerce de uma boa administração da logística.
-      Controle de inventário: visa manter um nível de estoque de produtos, cuja quantidade satisfaz seus clientes em potencial.
-      Previsão de demanda: visa determinar a quantidade de produtos e serviços que os clientes precisarão em um determinado momento.
-      Trafico e transporte: é de suma importância para o movimento ou fluxo de bens.
-      Armazenagem e estocagem: são atividades que visam um melhor administração do espaço físico para manter inventários.
-      Localização de fábrica e armazéns: uma boa localização de fábricas e armazéns pode melhorar o nível de serviço oferecido ao cliente.
-      Movimentação de materiais: visa os aspectos de manuseio de matérias primas, estoques e semi-acabados e acabados dentro do local adequado.
-      Suprimentos: são os materiais e serviços que garantem um bom funcionamento da     logística da empresa.
-      Suporte de peças de reposição e serviços: visa cuidar do reparo e serviços pós-venda dos produtos.
-      Embalagem: pode agir para fins de promoção e propaganda, bem como visa proteger o produto durante seu armazenamento e transporte.
Dessa forma, percebe-se que a logística tem com finalidade organizar, de forma sistemática, uma empresa que busca inovações, organização e, sobretudo, que visa a satisfação de seu cliente.
A logística da empresa é uma forma de garantir o bom funcionamento, a organização e, sobretudo, a satisfação do cliente em relação ao que lhe é oferecido pela empresa.
É verdade que no mercado o aumento de exigências, relacionadas ao gosto de cada cliente é um fator que faz com que as empresas invistam firmemente na logística, como forma de agregar um maior número de clientes em potencial.
Dessa forma, a logística é vista como a mola percussora que visa a satisfação dos clientes adquiridos e aqueles que ainda investirão seu dinheiro na empresa que mais lhe atrai.